Terminados os combates iniciais, desde logo surgem 4 machos a fazerem a corte. Um deles aparentado com o falecido, outro mais idoso e habituado a duros combates inspirado pelos ventos vindos de leste, e por fim, 2 que se assumem como principais candidatos a macho dominante.
Os anos foram passando e a manada cresceu até aos 10 milhões (superior ao número de gnus do Serengeti) sendo dominada por estes dois últimos. Se no início eles eram facilmente reconhecidos pelas suas diferenças, com o passar do tempo o seu tom de pele foi-se tornando semelhante bem como a forma como têm copulado com as suas fêmeas. Apesar da contínua "violência" do acto sexual, elas insistem em escolher apenas 1 dos dois machos para governar o bando e eles apesar de aparentemente se degladiarem, sabem que as suas fêmeas submissas lhes dão 50% de hipóteses de 4 em 4 anos, numa espécie de "ora agora montas tu,ora agora monto eu".
Estamos em 2008, a água que jorrava abundante e fresca das terras férteis do norte acabou e meia dúzia de fêmeas empanturrou-se com toda a erva tenra que coloria os pastos de verde. Feita a digestão mas não saciadas,decidem as comilonas pedir mais erva ao seu macho que, imitando outros machos de outras manadas,decide aceder à sua gula retirando assim o sustento das restantes. Isto é sexo anal, e à bruta (sem contraceptivo)
O curioso desta manada é que se o macho dominante fosse o outro, aposto que faria exactamente o mesmo e no ano que se aproxima, as mesmas fêmeas submissas e vítimas de violência conjugal irão escolher novamente um deles para governar o hárem.
Para quando uma facadinha no matrimónio ?
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