Por vezes os Estados que entram em conflitos não usam as suas armas mais mortíferas por temerem uma resposta igual por parte dos seus inimigos. O senhor Adolfo quando em 1939 decide invadir a Polónia, usa toda a sua poderosa Luftwaffe para bombardear cidades, os seus U-Boots para afundar navios e as suas unidades SS para eliminar Judeus, Ciganos, Homossexuais, Testemunhas de Jeová, Comunistas e deficientes mentais. Quando a guerra lhe começa a correr mal utiliza ainda as famosas bombas voadoras V-1 e os foguetões V-2 contra cidades Inglêsas. No entanto, e apesar de ter meios para o fazer, decide não empregar armas biológicas ou químicas por 2 razões óbvias. A primeira é que os Aliados também tinham acesso a elas e a segunda tem a ver com o facto do dito senhor ter sofrido na pele os horrores de um ataque com gás venenoso no final da 1ª Guerra tendo permanecido cego durante algum tempo.
Volvidos 60 anos encontramos o senhor Jorge que decide dizer ao mundo que o Iraque de Saddam possui armas de destruição maciça. Depois de reunir-se com o Toni e o Zé Maria em casa do Zé Manel, lá envia os seus bombardeiros e tanques para o deserto, mas armas proibídas... nem vê-las.
Surgem as manifestações por todo o mundo, o tirano é apanhado, julgado e enforcado, os atentados em Baghdad são diários, o senhor Jorge passa a ser odiado até pelos seus súbditos, o Hugo chama-lhe borratcho e fascista ao Zé Maria e o Rei manda-o calar, e quanto a armas proibídas ???... Nem vê-las.
Até que um dia... surge o inesperado. Afinal o homem tinha razão. Sempre existem armas químicas no Iraque. Desde o atentado que matou o João em 63 e o que fracassou contra o Ronaldo nos anos 80 que não havia uma falha tão grave na apertada segurança presidencial.
Numa visita relâmpago ao país ocupado e em plena conferência de imprensa eis que um provável soldado de elite da antiga Guarda Nacional Republicana (não é essa que estão a pensar) consegue introduzir uma arma química no recinto, disfarçado de jornalista. Revistaram-no da cabeça aos tornozelos mas esqueceram-se dos PÉS.
Chegado o momento oportuno, o bravo combatente portador dos genes de Saladino, descalça-se, pega nos sapatos e atira-os contra o Jorge. O pânico instala-se na sala, os serviços secretos abafam o homem, todos tapam o nariz temendo o pior mas de repente, todos respiram de alívio.
Lá que haviam armas químicas no Iraque, ficou provado que sim, e o Jorge afinal tinha razão. A falha no atentado deu-se porque o impetuoso soldado esqueceu-se de activar o gás ao lavar os pés de manhã. Claro que o Hugo foi o primeiro a aplaudir a ousadia.
Até breve...
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Democracia-Escolha de parceiro sexual
Esta história começa hà 34 anos. O velho macho dominante foi destronado por um grupo de jovens que pela primeira vez em quase 50 anos irão permitir às cerca de 9 milhões de fêmeas desta manada escolher o seu parceiro sexual. O sexo passa a ser consentido.
Terminados os combates iniciais, desde logo surgem 4 machos a fazerem a corte. Um deles aparentado com o falecido, outro mais idoso e habituado a duros combates inspirado pelos ventos vindos de leste, e por fim, 2 que se assumem como principais candidatos a macho dominante.
Terminados os combates iniciais, desde logo surgem 4 machos a fazerem a corte. Um deles aparentado com o falecido, outro mais idoso e habituado a duros combates inspirado pelos ventos vindos de leste, e por fim, 2 que se assumem como principais candidatos a macho dominante.
Os anos foram passando e a manada cresceu até aos 10 milhões (superior ao número de gnus do Serengeti) sendo dominada por estes dois últimos. Se no início eles eram facilmente reconhecidos pelas suas diferenças, com o passar do tempo o seu tom de pele foi-se tornando semelhante bem como a forma como têm copulado com as suas fêmeas. Apesar da contínua "violência" do acto sexual, elas insistem em escolher apenas 1 dos dois machos para governar o bando e eles apesar de aparentemente se degladiarem, sabem que as suas fêmeas submissas lhes dão 50% de hipóteses de 4 em 4 anos, numa espécie de "ora agora montas tu,ora agora monto eu".
Estamos em 2008, a água que jorrava abundante e fresca das terras férteis do norte acabou e meia dúzia de fêmeas empanturrou-se com toda a erva tenra que coloria os pastos de verde. Feita a digestão mas não saciadas,decidem as comilonas pedir mais erva ao seu macho que, imitando outros machos de outras manadas,decide aceder à sua gula retirando assim o sustento das restantes. Isto é sexo anal, e à bruta (sem contraceptivo)
O curioso desta manada é que se o macho dominante fosse o outro, aposto que faria exactamente o mesmo e no ano que se aproxima, as mesmas fêmeas submissas e vítimas de violência conjugal irão escolher novamente um deles para governar o hárem.
Para quando uma facadinha no matrimónio ?
Baptismo do Blogue
Tenho fé neste título. O pessoal que navega na net em busca de excitação (milhões) coloca frequentemente a palavra "sexo" no motor de busca. Sendo assim, creio ter acertado no nome.
Desenganem-se porém aqueles que julgam o "sexo" como tema exclusivo deste blogue. Já estou a imaginar alguns meninos a fazer somas de cabeça, tipo: Sexo=Sexo, Lusitânia=Lusitanos, Lusitanos=Cavalos. Logo, tudo somado dá Sexo+Cavalos= ...
Não, não, não... A vida não é só sexo. Abordarei também temas religiosos como o aborto forçado nos mosteiros da Europa Medieval, ou, temas da nossa gloriosa História como o peso suportado pela cama do nosso "Infante Descobridor" que era muito reduzido em relação ao número de pessoas que lá passavam a noite.
Quanto aos meus futuros leitores, posso dizer que terei muito prazer em desenvolver temas que me sejam referidos através de algum comentário vosso.
Concluído o baptizado, vamos à boda.
Desenganem-se porém aqueles que julgam o "sexo" como tema exclusivo deste blogue. Já estou a imaginar alguns meninos a fazer somas de cabeça, tipo: Sexo=Sexo, Lusitânia=Lusitanos, Lusitanos=Cavalos. Logo, tudo somado dá Sexo+Cavalos= ...
Não, não, não... A vida não é só sexo. Abordarei também temas religiosos como o aborto forçado nos mosteiros da Europa Medieval, ou, temas da nossa gloriosa História como o peso suportado pela cama do nosso "Infante Descobridor" que era muito reduzido em relação ao número de pessoas que lá passavam a noite.
Quanto aos meus futuros leitores, posso dizer que terei muito prazer em desenvolver temas que me sejam referidos através de algum comentário vosso.
Concluído o baptizado, vamos à boda.
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